segunda-feira, 25 de abril de 2011

OFICINA: ABC DA INFORMÁTICA

No período de 02 à 13/05/2011, será realizado no LIED da Escola Zolito Nunes o curso ABC DA INFORMÁTICA, ministrado pela professora multiplicadora Sandra Santos do NTE com a colaboração dos coordenadores e multiplicadores do LIED da escola Manoel Pinto, Adriana Alves e Eriane dos Santos.

 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

RECADASTRAMENTO DE PESSOAL

O recadastramento de pessoal do governo do Estado está marcado para o período de 10 a 12 de maio. O secretário Sebastião Cristovam garantiu que será definida ou não a participação do Banco do Brasil (BB) com o sistema Recad, que deveria ser usado para o recadastramento em toda a rede bancária do BB. “Eles se recusam a contrapartida de utilização do próprio espaço das agências para este serviço”, lamenta Sebastião Cristovam.
Caso não haja um acordo, o secretário diz que irá optar por um sistema mais lento, mas não deixará de fazer este recadastramento. “O Banco do Brasil arrecada R$ 1 milhão mensal para operar a conta do governo do Estado, e recebe R$ 2,50 por servidor para manter a conta corrente. No total de 30 mil servidores, o Banco do Brasil tem uma fantástica movimentação de lucro e mesmo assim se recusa a contrapartida”, avalia o secretário, que reafirma o compromisso em concluir este trabalho em tempo hábil, com ou sem a participação do Recad do BB (com informações da assessoria de comunicação).
Por Ascom


Vejam só, um banco que lucra as custas do estado e de seus funcionários diz não ao ser solicitado a prestar um serviço a quem lhe dá um lucro dessa magnitude sem falar nos milhares de reais que acredito não estarem computados nesse montante que são descontados da conta corrente/conta salário dos funcionários públicos, pois o que mais se escuta são reclamações de descontos não sei se devidos ou não, mas a verdade é que essa instituição bancária que leva o nome do nosso querido país a qual deveria facilitar a vida financeira de seus cidadãos na verdade opera de maneira a nos deixar todos os meses com aquela sensação de estamos sendo enganados, lesados ou saqueados e ninguém faz nada para mudar essa situação e agora que a instituição governo do estado precisa dessa colaboração recebe uma resposta negativa, não dá pra entender um posicionamento desse, já não basta o desrespeito a que seus correntistas são submetidos e ainda lhes é fechada a porta quando lhe é solicitado a abertura para que possa ajudar o estado nesta tarefa de recadastar seus servidores. Sem falar que quando você se dirige ao atendimento para solicitar algum dinheirinho emprestado querem lhe enfiar goela abaixo serviços que você não precisa, pois já está lá para solicitar uma pequena quantia para solucionar seus problemas e ainda lhe dizem que para ter acesso a tal financiamento você tem que adquirir um produto do banco, isso é demais, temos que ter um basta nessa situação, alguém tem que fazer alguma coisa. Autoridades, por favor manifestem-se, façam alguma coisa, o povo quer soluções.

Deixe aqui seu comentário sobre essa situação.

Prof. Manoel Pinto/Equinócio-"comunicação a Serviço da vida"/Macapá-Amapá-Amazônia-Brasil

segunda-feira, 18 de abril de 2011

SENADO DEBATE VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

No dia em que os alunos da Escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, retomam a rotina, a Comissão de Direitos Humanos do Senado debateu nesta segunda-feira (18) a violência crescente nas instituições de ensino no país. Especialistas de ensino concluíram que a melhor forma de evitar novas tragédias é abrir os portões das escolas brasileiras para a comunidade. No dia 7 de abril o assassino Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, invadiu a escola da Zona Oeste do Rio e tirou a vida de 12 crianças, antes de se matar.
Durante a audiência, que durou pouco mais de três horas, especialistas em psiquiatria, em psicanálise e educadores concordaram que dificultar o acesso às instituições de ensino não seria a melhor forma de lidar com o problema da violência. A comunidade, na avaliação dos educadores, tem uma chance maior de evitar perigos crescentes nas escolas como o bullying, por exemplo, participando ativamente da rotina das instituições de ensino.

Onze dias após ataque em Realengo, alunos começam a retomar rotina
Voluntários e ex-alunos pintam de branco muro de escola em Realengo
Na avaliação dos convidados para a discussão, coordenada pelo presidente da comissão, senado Paulo Paim (PT-RS), a escola é a instituição pública mais democrática do país e, por essa característica, reflete nos seu interior os mesmos problemas ocorridos na sociedade.
“Nós não vamos ao hospital, ao posto de saúde todos os dias, nós não vamos à empresa de telefonia todos os dias, mas diariamente as pessoas estão na escola. A escola é o espaço de maior convivência”, avaliou Antônio de Lisbôa, representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
O presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Yann Evanovick, criticou a conduta dos representantes políticos que “cultivam o ódio” na sociedade ao abordarem temas relacionados ao racismo e homofobia.
Já a diretora do Sindicato dos Professores do Distrito Federal, Rosilene Correa, criticou a onda de medidas desencadeadas na esteira do massacre de Realengo e comemorou o fato de a audiência ter sido marcada antes da tragédia no Rio: “Fiquei muito feliz de saber que essa audiência já estava marcada antes da tragédia ocorrida no Rio. A segurança nas escolas é um tema que precisa ser debatido de forma coletiva sempre.”
O presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio Geraldo, criticou a forma como a mídia tratou o caso de Realengo. De maneira geral, a exemplo de Geraldo, todos os convidados concordaram que a abordagem da mídia foi “exagerada” e acabou difundindo a ação do assassino de Realengo na sociedade. “A mídia alimenta violência na escola com as coberturas sobre tragédias”, avaliou Lisbôa.
Passados 11 dias da tragédia, os estudantes da Escola municipal Tasso da Silveira retornam ao local a partir das 13h desta segunda para iniciar o trabalho de readaptação. Nos primeiros dias, a previsão é de que eles participem apenas de atividades lúdicas, como arteterapia e pintura e poesia, para aliviar o trauma provocado pelo crime. As aulas deverão ser retomadas gradativamente em até três semanas.

Robson Bonin Do G1, em Brasília
 

terça-feira, 5 de abril de 2011

XII FEMDAE

Leci Brandão foi a grande homenageada do XII FEMDAE,
O Festival de Música e Dança da escola Zolito Nunes procura explorar o talento dos alunos da rede pública de ensino e incentivá-los através do mesmo. aconteceu nos dias 10,11 e 12 de novembro o XII FEMDAE (Festival de Música e Dança) da escola Zolito Nunes, localizada no bairro do Beirol. O festival que acontece há 12 anos tem o objetivo de valorizar os talentos estudantis da rede pública de ensino do estado através das apresentações inéditas de coreografias de grupos de dança e de canções, o que segundo a Diretora Silvanda Nunes promove a interação dos alunos das escolas: “o FEMDAE tem como objetivo principal fazer a articulação entre as escolas do estado promovendo o intercâmbio cultural dos alunos”. Ela conta ainda que este projeto é uma forma de valorizar os alunos e de premiá-los por isso, estimulando-os a explorarem sua criatividade.
No ano de 2010 o XII FEMDAE contou com a apresentação de 30 grupos de dança e 15 cantores, sendo que, no dia 10 a abertura do evento contou com a ilustre participação da cantora e compositora Leci Brandão, que foi a homenageada desse ano no Festival que contou com o tema “Vivenciando a igualdade, respeitando as diferenças” e mesclando o tema de 2010 com a cantora a escola analisa a riqueza e o exemplo de vida de Leci: “Através do estudo que fizemos da discografia e da biografia de Leci Brandão utilizamos sua vida como exemplo do tema desse ano”, explicou a diretora da escola.
Os alunos da escola se envolveram totalmente com o projeto e se esforçaram muito para manter o nível do festival. O aluno Ighor Willyam, que participou juntamente com o seu grupo de dança, Tarumã é um dos tantos alunos que se envolveram com o FEMDAE, quando perguntado sobre o ponto positivo do projeto, Ighor Willyam respondeu: “Eu acho que o FEMDAE nos incentiva a permanecer na escola, além de fazer a gente aprender mais”.
A diretora Silvanda complementou dizendo que o aluno passa a se sentir parte do projeto educacional.
Com a dinamização do ensino e a inovação que o projeto traz aos alunos das escolas públicas, o interesse deles aumenta, o que facilita o aprendizado e os faz envolverem-se mais nos projetos escolares, sobre isso a diretora ressaltou o valor que um projeto como este acarreta ao aluno: “Valoriza a auto-estima, pois, o aluno se sente muito bem dentro da escola quando ele não vem apenas para copiar. Na verdade, no Festival ele está construindo conhecimento, pois, nós sabemos que na educação nós temos que levar o aluno a construir o conhecimento, o que o estimula porque ele começa a perceber que é autor do projeto”, afirmóu Silvanda.
O XII FEMDAE foi realizado em 2010 no SESC Araxá que fez uma parceria com a escola e realizou o projeto juntamente com o Aldeia SESC, o que propiciou um público maior, já que a área do SESC Araxá permite a participação de maior número de pessoas: “Tivemos a oportunidade de estar casando este projeto FEMDAE com o “Aldeia SESC”, que é um projeto de nível nacional, então para nós é um momento ímpar porque mostra o crescimento deste projeto”, comentou a diretora Silvanda sobre a parceria com o SESC.



Adaptado do texto de: Lívia Almeida (Jornal do Dia de 04/11/2010) (por FEMDAE.COM)