quinta-feira, 14 de agosto de 2014

PARA VOCÊ MINHA FILHA "EMANUELLE PINTO"

Tefé é um município brasileiro do interior do estado do AmazonasRegião Norte do país. Pertencente à Mesorregião do Centro Amazonense e Microrregião de mesmo nome, sua população, de acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2012, era de 61 000 habitantes. Sua área territorial é de 23.808 km, sendo o quadragésimo oitavo maior município do Brasil em área e o vigésimo terceiro do Amazonas.
Está distante 523 km de Manaus, capital do estado, e 2.304 km de Brasíliacapital nacional.
A área em que hoje pertence ao atual município de Tefé era, nos primórdios, habitada pelos índios, predominantemente as tribos Tupebas ou Tapibas. O nome Tefé, origina-se destas tribos.
O padre Samuel Fritz foi enviado para o Amazonas a serviço da Espanha, onde ele fundou as primeiras missões jesuíticas para catequisar os índios. Essas missões também eram responsáveis por prestar serviços sociais à comunidade indígena. Os portugueses, desrespeitando o Tratado de Tordesilhas, subiram o Rio Solimões, vindos do Grão-Pará, com a finalidade de conquistar o Amazonas e dominar as terras dos espanhóis, o que resultou em um grande conflito entre as duas nações, quando estes chegaram à região.
O governador do Grão-Pará enviou tropas comandadas pelo Capitão Correia de Oliveira, em 1708, para expulsar os espanhóis. Assim sendo, o padre Sana promulgou que Samuel Fritz deveria deixar a região do Amazonas, conforme ordem da Coroa Portuguesa. Samuel Fritz se retirou e foi até o Peru em busca de apoio para combater os portugueses. Muitos indígenas que lutavam em apoio aos portugueses morreram vítimas do confronto, e novamente os espanhóis voltaram a dominar a região, conforme já estava estabelecido pelo Tratado de Tordesilhas.
Em 1709, portugueses e espanhóis voltaram a entrar em confronto. Novamente, Portugal sai vitorioso, o que leva os índios a uma fuga em massa para o interior das matas e para a cabeceira do Rio Tefé, onde atualmente está a área do município de Tefé.

Colonização portuguesa

Pouco tempo depois, o Frei André da Costa chega à região com a finalidade de tomar contas das missões da Ilha dos Veados e Parauari. A partir de 1718, Frei André da Costa, temendo novos ataques dos espanhóis, subiu a cabeceira do Rio Tefé, onde encontrou um lago, fixando-se na margem direita deste com seus seguidores peregrinos.
Tratado de Madrid foi assinado alguns anos depois, pelos reis de Espanha e Portugal. O tratado visava dar fim às lutas entre os dois países pela posse das terras do norte brasileiro, e procurava delimitar o território de domínio dos dois países na região. A área de Tefé passou a ser usada como limite territorial do domínio das duas Coroas, mas ainda assim, nenhuma das duas nações mostrava-se disposta a ceder a região de Tefé, o que causava enorme discussão à época. Apesar da tensão, Portugal mantinha predominantemente sua influência sob Tefé.
Tefé foi elevada à categoria de vila em 1709, título concedido pelos portugueses. A vila passou a chamar-se Vila de Ega, e fazia parte da Capitania de São José do Rio Negro. A discussão sobre os limites territoriais sob domínio espanhol continuava, até que uma expedição demarcadora, comandada por D. Francisco de Requena, foi enviada pela Espanha. A expedição ocupou todo o Solimões até as proximidades da Vila de Ega. Em 1787, os português Manoel Lobo d’Almada assumiu a capitania de São José do Rio Negro e deu início à expulsão dos espanhóis.
Tefé foi desmembrada em 1817, quando uma de suas vilas, Olivença, recebeu status de muncípio, com território desmembrado de Tefé. Entretanto, tempos depois o município de Olivença foi suprimido e seu território retornou ao de Tefé. Nessa época, a comarca do Alto Amazonas, que compreendia o atual estado do Amazonas, era formado por apenas quatro municípios, sendo que um deles era Tefé. Em relação à área territorial, Tefé chegou a ser o maior município do mundo em território, abrangendo vastíssima região, superior a 500.000 km², equivalente ao território atual daTailândia
Em 1833 o governo da província do Grão-Pará obtém o controle de Ega, devido a delimitação territorial feita entre Portugal e Espanha. O Grão-Pará ignorou a denominação Vila de Ega e restituiu o nome da região para Tefé. Em 1850, o Amazonas à desmembrado do Grão-Pará e elevado à categoria de província, sendo que Tefé passou a fazer parte da nova província. Cinco anos depois, em 1855, o Governo da Província do Amazonas elevou Tefé à categoria de cidade.

Clima

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a temperatura mínima registrada em Tefé foi de 14,9 °C, ocorrida no dia 19 de julhode 1975. Já a máxima foi de 38,2 °C, observada dia  de outubro de 2010. O maior acumulado de chuva registrado na cidade em 24 horas foi de 174,0 mm, em 24 de abril de 1971.

Demografia

A população do município, de acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013 era de 62 885 habitantes, sendo o 6º mais populoso do estado e apresentando uma densidade populacional de 2,65 habitantes por km². Segundo o censo de 2010, promovido pelo mesmo orgão estatístico, 50,7% da população eram homens (31 518 habitantes), 49,3% (29 945 habitantes) mulheres, 88% (50 069habitantes) vivia na zona urbana e 12% (11 384 habitantes) na zona rural.

Composição étnica

Os traços culturais, políticos e econômicos herdados dos portugueses são notáveis e marcantes no município de Tefé. Desenvolveu-se assim, entretanto, voltando um pouco atrás na história, não se pode esquecer a importância dos ameríndios no quesito contribuição étnica. Foram os ameríndios que iniciaram a ocupação humana no Brasil.
Na sua formação histórica, a demografia tefeense é o resultado da miscigenação das três etnias básicas que compõem a população brasileira: oíndio, o europeu e o negro, formando, assim, os mestiços da região. Mais tarde, com a chegada dos imigrantes, formou-se um caldo de cultura singular, que caracteriza a população tanto da cidade quanto do estado, seus valores e modo de vida. Entretanto, é muito notável a predominância da influência do indígena brasileiro no município, trantando-se principalmente do fato deste estar situado no estado com a maior população indígena no país. Outra etnia marcante no município é o caboclo (também chamado mameluco), resultado da miscigenação do índio com o branco.
Segundo o censo demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população de Tefé está composta por: pardos(79,78% ou 15 944 habitantes); brancos (15,66% ou 3 233 habitantes); indígenas (1,48% ou 378 habitantes); pretos (2,49% ou 952 habitantes) eamarelos (0,60% ou 214 habitantes). O município possui um dos maiores percentuais de população branca no estado.

Religião

Tal qual a variedade cultural verificável em Tefé, são diversas as manifestações religiosas presentes. Embora tenha se desenvolvido sobre uma matriz social eminentemente católica, tanto devido à colonização quanto à imigração — e ainda hoje a maioria da população da cidade declara-se católica, é possível encontrar atualmente na cidade dezenas de denominações protestantes diferentes, assim como a prática do candomblé, das religiões orientais, das religiões cristãs restauracionistas, do espiritismo, entre outras. Nos últimos anos, as denominações protestantes, principalmente de cunho pentecostal e neopentecostal, têm crescido bastante na cidade. De acordo com dados de 2000, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população de Tefé está composta por: católicos (46.541 habitantes); protestantes (15.146 habitantes); pessoas sem religião (1.351 habitantes); espíritas (755 habitantes); umbandistas e candomblecistas (10 habitantes) e religiões orientais (7 habitantes). Entre as igrejas protestantes, destacam-se a Assembleia de Deus e Igreja Universal do Reino de Deus. Entre as denominações cristãs restauracionistas, destacam-se A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e as Testemunhas de Jeová. Não houve registro de tradições esotéricas. Pessoas com outras religiosidades eram 738 habitantes.

Infraestrutura

Educação

A cidade de Tefé é o municipio polo da região do Triângulo Jutaí – Solimões - Juruá, é a cidade com maior numero de Instituições Educacionais da região possuindo universidades, centros técnicos e grande rede de escolas e instituiçoes de ensino particulares.
As escolas estaduais de ensino fundamental e médio na área urbana de Tefé, são as seguintes: Governador Gilberto Mestrinho, Professor Isidoro Gonçalves de Souza, Alcijara de Queiroz, Amélia Lima, Antidio Borges Façanha, Corintho Borges Façanha, Eduardo Ribeiro, Eduardo Sá, Madre Maria das Merces, Nossa Senhora das Graças, Frei André a Costa, Madre São José e Santa Teresa.
As escolas municipais de ensino fundamental na área urbana da cidade são as seguintes: Helyon De Oliveira, Eduardo Santos, Santa Teresa, Flora Agrícola, Augustinho de Castro, Bom Jesus, Deus é Amor, Henrique Lima, Imaculada Conceição, Doroteia Bezerra dos Santos, Indígena Santa Cruz, Wenceslau de Queiroz, Indígena Padre Augusto Cabrolier, Rei Davi, Samuel Fritz, Santo Isidoro, Santa Clara, Santa Maria, Indígena Pacáia, São Paulo, Santa Luzia, Nossa Senhora Aparecida, São Luiz e Santa Maria.
Tefé possui quatro instituições de ensino superior, sendo uma de caráter público e três de caráter privado: Centro de Estudos Superiores de Tefé, Universidade Aberta Brasil (UAB), Universidade Paulista (UNIP) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Além destas instituições, outras duas possuem ensino de nível técnico: Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (CETAM) e Instituto Federal do Amazonas (IFAM).

Economia

A prefeitura do município de Tefé, segundo dados do (IBGE) em 2010, arrecada em média anualmente uma receita bruta de aproximadamente 55.000.000 milhões de reais e possui despesas que somam aproximadamente 47.000.000 milhões de reais. Estes valores são originados de arrecadação de impostos, tarifas, projetos, convênios municipais e prestação de contas.
Fabricas e Indústrias - é um setor pouco diversificado, não existem médias ou grandes indústrias em Tefé. Neste município encontramos apenas pequenas fábricas de material cerâmico para construção civil, móveis, metalúrgicas e vidraçarias.
Agricultura – É basicamente de produtos de subsistência como hortaliças e frutas regionais produzidas apenas para atender as necessidades locais. A maioria dos produtos agrícolas são comprados das regiões Sul e Sudeste do Brasil. O município possui grandes áreas de cultivo da mandioca para produção de farinha, Tefé divide com o município de Uariní a produção da farinha mais valorizada do Estado do Amazonas, conhecida como a “Farinha do Uariní”, são produzidas toneladas de farinha de mandioca para abastecer a cidade de Manaus.
Pecuária – A criação de rebanhos é pouco desenvolvida, o gado em sua maioria é comprado de outras regiões da Amazônia, pois o município é localizado em terra-firme, imprópria para cultivo de pastagens e criação de rebanhos.
Pesca - A produção de pescado possui grande destaque na economia local. A cidade de Tefé fica localizada próxima às maiores áreas de pesca do Amazonas, devido a isso, é grande a quantidade de pequenas empresas instaladas em flutuantes relacionadas à venda e compra de pescado, principalmente peixes lisos, tambaqui e pirarucu, que é vendido tanto para mercado interno (Tefé/Manaus) como externo (Colômbia/Peru e Ásia).
Comércio – É o setor mais desenvolvido da economia do município, pois existem uma grande quantidade de pequenas lojas dos setores de vestuário, calçados, eletrodomésticos, móveis, eletroeletrônicos, material de construção, armarinhos, tecidos, estivas e bebidas.
Setor de Serviços - Existe no município de Tefé um grande fluxo diário de pessoas, devido o fato de a cidade ser sede dos principais Bancos e Instituições Financeiras que não são encontradas nos municípios vizinhos, possui também quartéis militares das Forças Armadas, instituições de ensino superior e de saúde, Policia Federal, ONGs e entidades de preservação do meio ambiente e do índio, sede do Poder Judiciário e Político Administrativo do Amazonas. É o principal porto fluvial e rota de passagem de grandes embarcações que navegam no rio solimões e também possui um Aeroporto administrado pela Infraero de médio porte equipado para receber medias e grandes aeronaves da região. A cidade de Tefé exerce forte influencia econômica sobre as cidades de AlvarãesUariniFonte BoaMaraãJutaíCarauariEirunepéSão Paulo de OlivençaSanto Antônio do Içá e Tabatinga.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS


No estudo das diferentes formas de vida, para compreender as características particulares de cada espécie e criar formas de classificação, adota-se a busca por critérios de demarcação, de pertencimento a determinados conjuntos. Mas para entender essa sistemática, é preciso entender o que significa um conjunto.
A palavra conjunto vem do vocábulo latino conjunctus, que significa “unido, ligado”.
Conjunctus é o particípio passado do verbo conjungere que significa “colocar com ou junto de”.
O critério de demarcação ou pertencimento é a característica que une os elementos do conjunto. Na biologia, por exemplo, os seres vivos que são formados por apenas uma célula são chamados de unicelulares. Os seres vivos formados por mais de uma célula são chamados de pluricelulares. Neste caso, o critério de pertencimento é dado pelo número de células. O critério de pertencimento é fundamental para a correta definição de um conjunto. Dentro do conjunto dos seres vivos pluricelulares podemos utilizar outras características ou critérios de pertencimento para organizá-los em subconjuntos. Os animais e vegetais, por exemplo, compõe diferentes subconjuntos do conjunto dos seres vivos pluricelulares. Dentro do subconjunto dos animais podemos observar os subconjuntos dos mamíferos, das aves, dos répteis e dos anfíbios. Essa sequência de subconjuntos, em termos abstratos, poderia seguir infinitamente, mas no caso concreto dos seres vivos, o limite é a individualidade de cada ser, ou seja, um subconjunto formado pelo próprio ser vivo.
FONTE: http://www.tvescola.org.br/matematica-em-toda-parte-2/fasciculos/zoologico/

ALIMENTAÇÃO EM NÚMEROS

O que a Matemática tem a ver com a alimentação?
Tudo! A Matemática está presente da compra de ingredientes e da preparação dos alimentos ao planejamento estratégico dos restaurantes e à contabilidades de lucros e prejuízos. Quanto maior a quantidade de pessoas a ser alimentada, maior a importância da Matemática para se evitar desperdícios e garantir uma alimentação balanceada. Em particular, nas escolas que oferecem merenda aos estudantes é preciso estar atento ao planejamento alimentar e a saúde dos alunos, professores e funcionários.
Referência: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/profunc/12_pol_aliment_escol.pdf

MATEMÁTICA EM TODA PARTE


 Alguns séculos atrás, em Portugal, era muito comum a utilização de um instrumento padronizado chamado de “vara” para realizar a medida do terreno que se queria comprar ou vender. A vara media 2,64m, ou seja, cerca de 12 palmos. Até aquele momento, um palmo era considerado uma unidade padrão de 22cm. Posteriormente, a vara foi reduzida à medida de 10 palmos, ou seja, 2,2m.
Contudo, não era incomum encontrar compradores com varas maiores do que a vara padrão, como tentativa de diminuir e, portanto, baratear o terreno. Da mesma forma, os vendedores geralmente apresentavam varas menores, com o intuito de aumentar o valor de suas propriedades. Para resolver os impasses, foi então criada a vara oficial do juiz, que se tornou a vara padrão para todas as medições.
FONTE: www.tvescola.org.br/matematica-em-toda-parte-2/fasciculos/agricultura/
VARA CÍVEL E CRIMINAL
Alguns historiadores defendem que a origem da denominação das subdivisões do Poder Judiciário, como Vara Cível ou Vara Criminal, se deve justamente à vara que o juiz possuía e que lhe auxiliava na solução dos conflitos.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

FIM DE SEMANA NA ESCOLA


Aconteceu neste sábado 09/08/14, na Escola Estadual Maria de Nazaré Pereira Vasconcelos, uma vasta programação realizada pela SEED. O evento denominado "FIM DE SEMANA NA ESCOLA", é um projeto idealizado pela Secretaria de Estado da Educação. Participaram desse evento as Escolas: Maria de Nazaré Pereira Vasconcelos, Raimunda Virgulino, Maria José e Maria Bernadeth, todas pertencentes ao NAE 8. 
O evento contou com a participação do artista amapaense Zé Miguel que ministrou uma oficina de música e depois fechou sua participação com um animado show para a comunidade estudantil e seus familiares. Tivemos ainda oficina de dança, torneio de futsal, disputa do Programa Soletrando, desfile de Miss e Mister estudantil.
A secretária de Educação Elda Gomes Araújo se fez presente e discursou para os presentes, se reportando aos professores como grandes colaboradores da educação do estado, aos pais como responsáveis pela educação dos seus filhos e aos estudantes como agentes importantíssimos no processo de construção do conhecimento juntamente com seus professores.

(1). JUSTIFICATIVA
O ambiente escolar tem sem dúvida, uma função importantíssima, a educadora. Por isso 
se faz necessário que a família procure acompanhar o desenvolvimento do educando em todo 
o seu processo de aprendizagem, tanto no lar, quanto na sua atividade na escola, 
estabelecendo assim uma integração entre família e escola.
A conquista dessa comunidade dependerá de ações sistematizadas focadas na integração 
escola e família que dependerá também da participação da escola em atividades dentro da 
comunidade, além de promover a participação de maneira prazerosa para esta comunidade 
que dificilmente participa ou tolera por muito tempo as reuniões de rotina

OBJETIVO GERAL
Conscientizar as famílias da comunidade sobre a importância de sua participação nas 
atividades escolares, envolvendo-as como parceiras e colaboradoras, estimulando o 
crescimento do aluno e resgatando o fortalecimento de uma integração harmoniosa e 
participativa

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Promover a integração família e escola estimulando o rendimento e o comportamento 
escolar.
- Adotar atitudes de solidariedade, companheirismo, respeito e cooperação.
- Ressaltar a importância da afetividade na escola e na família.
- Conseguir parceria com a própria comunidade nas atividades e eventos da escola.
- Proporcionar a abertura de Escolas da Rede Pública Estadual de Ensino nos finais de 
semana, com o objetivo de criar uma cultura de paz, aprendizagem e recreação, despertando 
potencialidades e ampliando os horizontes culturais de seus participantes.

Fonte (1). :http://www.gestor.ap.gov.br/editor/Arquivos/Texto/Gestor177b3927d656123820644234e538ce5dTexto.pdf

Extraído dia: 12/08/14 às 17:32'

REFLETINDO SOBRE MUDANÇA

Em nossa vida tudo muda
Tudo pode passar
Mas devemos acreditar
Que temos grandes potenciais
E nesta fase da vida
Nada devemos deixar passar em vão
Devemos sempre acreditar
Que com a tecnologia
Podemos nos superar.
É introdução,
É mídia,
É educação.
São novos desafios
Que nos propomos acreditar
Temos dificuldades,
Mas nelas nem devemos pensar.
É a tecnologia,
Com sua louca magia,
De transformar,
De nos transportar,
Para os quatro cantos do mundo,
Sem sair do lugar.
Intermináveis viagens,
E nós, a navegar.
Basta um click,
E lá estamos nós,
Descobrindo o novo,
Como num passe de mágica,
Tudo se transforma,
Você se transporta.
Há tecnologia!
Que maravilha poder usá-la
De maneira correta
Para o bem da educação,
Para a transformação,
Desse maravilhoso processo
De construção 
Do conhecimento
Dos educandos,
Da minha amada nação.